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domingo, 8 de novembro de 2026
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MP quer que o comércio de rua a os shoppings de Londrina fechem novamente

Por Cláudio Osti
2 comentários

E o Ministério Público de Londrina ingressou com recurso na Justiça contra os decretos municipais que autorizaram a reabertura do comércio de rua e shoppings.

Um dos argumentos é que houve aumento no número de casos confirmados depois da reabertura. A prefeitura alega que os números aumentaram porque o sistema de saúde passou a realizar mais testes.

O recurso ainda não foi julgado.

 

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Cláudio Osti
Cláudio Osti

Jornalista e editor do Paçoca com Cebola. Cobre a política de Londrina e do Paraná.

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2 comentários

  • O Ministério Público está corretíssimo. Os casos de covid na cidade mais que dobraram depois que tudo foi reaberto pelo prefeito. E agora, com os casos na Santa Casa e no Evangélico, que estão com o atendimento restrito, a situação piorou muito no quesito atendimento. E o prefeito e o secretário de saúde vivem dizendo que a situação do sistema de saúde está controlado e que está tudo em ordem. Mas, no caso do Evangélico, num pronto socorro que pode atender 20 pessoas, havia 62 pacientes, muitos em cadeiras, outros em macas, ou seja, como dizem que a cidade está preparada se os hospitais estão lotados?

  • Décio Paulino

    Quem viu o relatório da covid em Londrina hoje, se não for algum anormal do bolsonarismo, deve ter ficado bem preocupado. No dia 20 de abril, dia da reabertura do comércio pela Acil e seus aliados, inclusive o prefeito, Londrina tinha 92 casos confirmados. Pouco mais de um mês depois e temos 312 infectados pelo coronavírus em Londrina. Esse crescimento dos casos comprovados (e quantos são os outros desconhecidos ou aguardando resultados que são anunciados em conta-gotas?) só pode ter dois motivos: o descalabro dos órgãos públicos responsáveis pelo controle da doença ou a omissão deliberada do poder público que, às escondidas, promove a política sanitária da imunização do rebanho, isto é, a questionável imunização do povo à custa de milhares de vidas. Boa sorte, Ministério Público.

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