Polícia apreende 250 quilos de cocaína na região de Londrina

foto: Eliandro Piva
foto: Eliandro Piva

A Divisão de Narcóticos da Polícia deu um tombo gigante em traficantes da região de Londrina. O grupo apreendeu cerca de 250 quilos de pasta básica de cocaína. Também foram apreendidas seis pistolas 9mm e 380. A droga e as armas estavam escondidas na zona rural de Cambé.

Segundo a Polícia, se chegasse ao mercado, a droga renderia perto de R$ 5 milhões.

A Polícia continua atrás dos donos da droga.

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Assembleia Legislativa do Paraná recebe o pedido de impeachment do governador Beto Richa

A Assembleia Legislativa do Paraná recebeu agora a tarde um pedido para que a Casa abra um processo de cassação do mandato do governador, o famoso impeachment.

Assinam o documento Bernardo Pilloto – ex-candidato ao governo pelo Psol -professores e alunos. O documento foca no “massacre” acontecido no dia 29 de abril quando mais de duzentas pessoas ficaram feridas durante o confronto com a Polícia Militar ao tentarem entrar na Assembleia Legislativa para acompanhar a votação do projeto de lei da ParanáPrevidência.

Segundo Pilloto o episódio do dia 29 é mais do que suficiente para que o governador tenha o mandato cassado.impea

 

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Mais políticos recebiam dinheiro da propina para campanhas, diz advogado do delator

O advogado Eduardo Duarte Ferreira, que defende o enroladaço auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em entrevista à CBN Londrina há poucos instantes, disse que havia um esquema para distribuir dinheiro para algumas campanhas eleitorais, além da campanha do governador Beto Richa.

Ele não citou nomes, mas disse que o auditor dará os nomes dos beneficiados nos próximos dias.

 

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Disputa pela presidência da Fiep: Campagnolo quebra acordo e é contestado por Valter Orsi

Telma Elorza/Jornal de Londrina

Edson Campagnolo e Valter Orsi, durante a EletrometalCon
Edson Campagnolo e Valter Orsi, durante a EletrometalCon

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Londrina (Sindimetal) e da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Valter Orsi, tornou público um racha interno na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). Orsi, como presidente do Sindimetal, encaminhou uma carta aos empresários filiados à Fiep, criticando a possibilidade de o atual presidente da entidade, Edson Campagnolo, de concorrer à reeleição após ter assumido compromisso, há quatro anos, de não fazê-lo. Orsi já colocou seu nome como um possível candidato à presidência da Fiep.

De acordo com o presidente do Sindimetal, na eleição de 2011 havia uma grande disputa com vários candidatos à sucessão do então presidente Rodrigo Rocha Loures. “Foram assumidos vários compromissos pelo então candidato, entre eles a reforma do Estatuto e o compromisso da não reeleição. Agora, quando deve começar o processo eleitoral, ele deixa de cumprir esse item?”, questiona. Segundo Orsi, sua iniciativa está de acordo com a defesa dos valores éticos e morais. “A Fiep, como uma entidade da sociedade civil organizada, cobra dos políticos o cumprimento de promessas e acordos. Mas que representatividade – política até – teremos se nossos líderes não cumprirem com seus compromissos?” (leia mais)

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Leoas e Tchutchucas

Gostaria de ver a senadora Gleisi Hoffmann(PT) agir com a mesma veemência em relação às MP’s 664 e 665,  do governo Dilma e que tiram direitos trabalhistas e sociais, como o projeto de lei da previdência dos servidores do Paraná, tão combatido pela ilustre senadora. Infelizmente, aqui no Paraná, ela se comporta como uma leoa, mas em Brasília vira tchutchuca.

Paulo Rossi, presidente da UGT-PARANÁ.

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IPVA do Paraná será discutido no Supremo Tribunal Federal

Da Assessoria

glOs senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), junto com os deputados federais Enio Verri (PT), Zeca Dirceu (PT) e Aliel Machado (PCdoB), e o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), se reuniram na noite desta terça-feira (7) com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, para pedir apoio a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o reajuste de 40% na alíquota do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no Paraná. Mello é o relator da matéria no STF.
A Ação foi ajuizada pelos diretórios nacionais do PT e do PCdoB no dia 24 de março. Os partidos pedem que seja declarada a inconstitucionalidade da lei que aumenta o IPVA tendo em vista que o governo Beto Richa (PSDB) alterou o fato gerador do imposto de 1º de janeiro para 1º de abril. O Paraná é o único Estado do Brasil onde o fato gerador do IPVA não é 1º de janeiro.   (mais…)

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Aliciadora manda “beijo” para as meninas envolvidas em exploração sexual

Ontem, uma das aliciadoras do esquema de exploração sexual desbaratado em Londrina, Sandra Soares Marques, prestou depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e mandou o seguinte recado: “Só quero mandar um beijo para as meninas que me delataram”. Ela disse que foi denunciada injustamente. Ela disse que não conhecia nenhum auditor(da Receita Estadual do Paraná) e que o seu mundo era outro.

O esquema de exploração sexual foi derrubado há pouco mais de um mês com a prisão do ex-assessor do governador Beto Richa, Marcelo Caramori.

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Campagnolo, presidente da Fiep, e a sedução do poder

fotos Gazeta do Povo

Já dizia o profeta – ou se não foi o profeta, foi um filósofo, ou se não foi um filósofo foi um pensador – que o poder muda as pessoas.

Na última eleição para a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em 2011, três candidaturas foram postas: Edson Campagnolo, Carlos Walter e Ricardo Barros (é aquele Ricardo Barros sim). O primeiro apoiado pelo então presidente Rodrigo Rocha Loures, o segundo era candidato de um grande número de industriais e o terceiro, Ricardo Barros, apoiado por ele mesmo e um ou outro político (veja aqui).

Para não deixar que Barros ganhasse força e transformasse a Fiep numa ferramenta política, os dois outros grupos se uniram e decidiram lançar apenas Campagnolo que acabou vencendo Barros de lavada – 69 a 21 votos – para alívio dos que defendem a Fiep apartidária.

Naquela época, para consolidar a união entre as duas chapas e lançar Campagnolo, foi acordado com ele que não haveria reeleição. Na Gazeta do Povo, do dia 27 de julho de 2011 Campagnolo disse o seguinte sobre a reeleição: 

Essa foi a minha primeira bandeira. Campagnolo quer o fim da reeleição na Federação. E, vai mais longe. Para ele, a reeleição deveria ser descartada da política brasileira. Esse exemplo eu quero transmitir para o ambiente político. A reeleição é desfavorável ao Brasil, disse ele. (leia mais aqui)

Nos quatro anos de mandato Campagnolo parece ter mudado de opinião. A tese da reeleição, que precisava ser alterada no estatuto da entidade, foi engavetada. Depois aproximou-se da senadora Gleisi Hoffmann e chegou a ser cogitado para ser candidato a vice-governador na chapa petista. E agora movimenta-se intensamente para ser reeleito presidente da Fiep.

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Será que Carambeí está desconfiando da Copel?

A prefeitura de Carambeí lançou o edital 2/2015 para escolher em 23 de fevereiro uma empresa de consultoria para rastrear pagamento a maior em suas contas de energia elétrica.
Se dispõe a pagar até R$ 38.503,63.
Se uma prefeitura desconfia de pagamento a maior e os outros consumidores?
Com a palavra o PROCON.
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A truculência como estratégia de governo?

Oh mai Godi!
Clint Eastwood está fazendo escola pelo mundo.

Ainda é cedo para avaliar o trabalho do secretário de Segurança Pública do Paraná Fernando Francischini. Mas já dá para dar para ele o título de “Sem Noção” do ano e olhe que só estamos em janeiro.

Francischini, versão fake de Eastwood – astro de filmes como “Por um Punhado de Dólares”, Os Imperdoáveis”, “Grand Torino”, e o truculento policial “Harry Callahan, mais conhecido como Dirty Harry” –   apareceu no programa Tribuna da Massa com uma pistola no cinto e uma insignia, como se fosse para uma guerra.

Talvez seja esta a imagem que o governo do Paraná quer passar para o Brasil. A imagem de um estado onde secretários andam armados e a truculência seja uma estratégia de governo.

 

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Porque não os filantrópicos do Norte do Paraná?

A senadora Gleisi Hoffmann que foi secretária de Gestão da prefeitura de Londrina na gestão de Nedson Micheletti, ao lado de seu marido na secretaria de Finanças, não destinou no orçamento de 2015 nenhuma emenda parlamentar para hospitais filantrópicos daqui ou da região. Quem analisa as emendas encontra para Sarandi, Cianorte, Ponta Grossa, Curitiba, Umuarama, menos para o norte do Paraná.

Magoou senadora com a baixa votação aqui?

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Osmar Dias ministro? Veja bem…

Mudanças no ministério da presidente Dilma devem ocorrer, obviamente. As apostas são de que o paranaense Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, dance desta vez. Bernardo está no primeiro escalão desde o primeiro governo de Lula.

Há também apostas de que o ex-senador Osmar Dias (PDT) assuma o ministério da Agricultura.

Mas será?

Há quem faça a seguinte conjectura – adoro esse termo, conjectura: Assumindo o ministério da Agricultura, Osmar Dias passará os próximos anos  sendo o porta-voz de boas notícias. É sempre bom lembrar que a agricultura brasileira tem crescido e se fortalecido. Além disso, terá a desculpa para visitar todas as feiras agropecuárias do Paraná, fortalecer laços etc. Traduzindo: torna-se um candidato fortíssimo para a disputa do Senado.

Daqui a quatro anos duas vagas estarão em disputa. Devem concorrer os atuais senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB). Outros dois devem entrar na disputa: Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT). Além de outros que podem querer a boquinha.

Os atuais senadores vão querer fortalecer Osmar?

Difícil, heim.

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